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QUERO-TE MINHA
Chegaste ímpia, numa primavera abissal
Tenra e fresca, minha relva estonteante
Borbotavam de teus olhos em espiral
Fontes ancestrais de diamante.
Entoou o golpe alarde da bigorna
Na cascata dos desejos que te adorna!
Em ti cresciam raios bélicos de sol
Cobrindo os montes suspirantes do meu fim
Ousei querer prender-te com um anzol
Guardar e conservar-te no meu peito com formol
E venerar-te eternamente atada a mim.
Soubera eu entrar em ti secretamente
Decifrar-te os pergaminhos e as vontades
As emoções que arrastas displicente
Provocando em mim cumplicidades.
Humilha-me, maltrata-me, espezinha
Mas diz-me uma só vez, que vais ser minha.
O amor chegou ladeado de poesias
E deitou por terra as minhas teorias.
Regensburg
29-04-10
Beija-flor
Chegaste ímpia, numa primavera abissal
Tenra e fresca, minha relva estonteante
Borbotavam de teus olhos em espiral
Fontes ancestrais de diamante.
Entoou o golpe alarde da bigorna
Na cascata dos desejos que te adorna!
Em ti cresciam raios bélicos de sol
Cobrindo os montes suspirantes do meu fim
Ousei querer prender-te com um anzol
Guardar e conservar-te no meu peito com formol
E venerar-te eternamente atada a mim.
Soubera eu entrar em ti secretamente
Decifrar-te os pergaminhos e as vontades
As emoções que arrastas displicente
Provocando em mim cumplicidades.
Humilha-me, maltrata-me, espezinha
Mas diz-me uma só vez, que vais ser minha.
O amor chegou ladeado de poesias
E deitou por terra as minhas teorias.
Regensburg
29-04-10
Beija-flor